21 jan 2017

Veja porque você deve incluir cosméticos antipoluição na sua rotina de beleza

Não são só os raios UV que estão diretamente relacionados ao envelhecimento prematuro. A poluição também degrada colágeno, induz mensageiros pró-inflamatórios e faz a pele perder radiância e brilho

cosméticos antipoluição

Diariamente, a pele é submetida a diversas agressões e a poluição é uma delas. Recentemente, o mercado dermocosmético tem voltado suas atenções a lançamentos que privilegiam a proteção contra esse agressor e os motivos são vários: “Estudos epidemiológicos sobre o impacto da poluição demonstram que as substâncias em partículas afetam o desenvolvimento e a exacerbação de doenças dermatológicas Esses processos levam ao aumento de doenças cutâneas inflamatórias, degradação do colágeno e envelhecimento da pele”, explica o consultor e pesquisador em Cosmetologia Lucas Portilho, farmacêutico e diretor científico da Consulfarma. “É fundamental incluir o uso de substâncias antioxidantes e antipoluição na rotina de beleza, principalmente aqueles que moram em grandes centros urbanos”, acrescenta.

De acordo com o especialista, a poluição libera metais tóxicos (pesados) e particulados, todos ligados à formação de radicais livres que resultam em envelhecimento precoce, ou seja, aparecimento de flacidez, linhas de expressão, graças à destruição do colágeno. “Com a formação de radicais livres e produção de espécies reativas de oxigênio (superóxido e hidroxila), a poluição induz ao estresse oxidativo, secreta citocinas pró-inflamatórias (TNF-α, IL-1α e IL-8) e colabora com o aumento de metaloproteinases (MMP-1, MMP-2 e MMP-9) – que fazem o processo de ruptura e destruição das fibras elásticas e do colágeno)”, explica.

Para evitar os danos cumulativos da poluição, o ideal é utilizar vitaminas, substâncias antioxidantes e ativos antipoluição. Lucas explica que os cosméticos antipoluição tem alguns mecanismos de atuação diferenciados, como a formação de um escudo biomimético ou um filme de proteção sobre a pele, algo muito comum em fotoprotetores. “Além disso, eles também possuem atuação antioxidante, promovendo reparo e, principalmente, impedindo os mensageiros pró-inflamatórios que levam ao dano celular.” O pesquisador comenta que há três novidades já disponíveis nas farmácias de manipulação:

Exo-P — O ativo antipoluição Exo-P é um polissacarídeo altamente purificado de um micro-organismo da Polinésia Francesa e pode ser manipulado em sabonete, espuma ou fluido de limpeza. “Exo-P é um antipoluente que reduz a adesão das PM 2,5 (partícula 100 vezes menor que um fio de cabelo), além de ‘sequestrar’ metais pesados. Além disso, o ativo reduz a atividade dos radicais livres, protege a pele e a integridade celular contra os poluentes, inclusive fumaça de cigarro”, explica Lucas. A concentração de 1% do ativo é suficiente, com uso preferencialmente noturno ou conforme orientação médica. Complementar à limpeza, o uso de cremes de tratamentos anti-idade e antipoluição pode ser feito duas vezes ao dia, em formulações com Exo-P (3%), Vitamina C (3%) e Niacinamida (3%). “A Vitamina C vai ajudar no reparo da pele, ao mesmo tempo em que estimula colágeno; enquanto a Niacinamida possui ação hidratante e estimuladora do fibroblasto”, diz o pesquisador.

Pollushield — O ativo protege a pele contra os danos induzidos pela poluição graças à combinação de um polímero com propriedade quelante de metais e uma ação antioxidante mais potente que resveratrol, ácido ferúlico e vitamina E. “O ativo induz à redução da concentração de malondialdeído, um biomarcador ligado ao estresse oxidativo; há um importante papel protetor, já que o ativo proporciona uma barreira entre a pele e os poluentes, além de aumentar a defesa antioxidante da pele”, afirma Lucas. Pode ser manipulado em produtos de limpeza e cremes reparadores.

Pollustop — É um polissacarídeo de alto peso molecular, obtido por biotecnologia, que possui a capacidade de formar um filme sobre as superfícies da pele e do cabelo. “Age como uma barreira contra os três tipos de estresse causados pela poluição atmosférica, radiação UV e doméstica, envolvendo agentes químicos, e assim limita os danos causados extra e intracelularmente”, explica Lucas. Pollustop pode ser manipulado em produtos de higiene e limpeza.

FONTE: LUCAS PORTILHO
Consultor e pesquisador em Cosmetologia, farmacêutico e diretor científico da Consulfarma. Especialista em formulações dermocosméticas e em filtros solares. Diretor das Pós-Graduações do IPUPO Educacional, Hi Nutrition Educacional e Departamento de Desenvolvimento de Formulações do IPUPO. Atuou como Coordenador de Desenvolvimento de produtos na Natura Cosméticos e como gerente de P&D na AdaTina Cosméticos. Possui 17 anos de experiência na área farmacêutica e cosmética. Professor e Coordenador dos cursos de Pós-Graduação com MBA do Instituto IPUPO/SBE Educacional. Coordena Estágios Internacionais em Desenvolvimento de Cosméticos na Itália, França e Mônaco. Atua em desenvolvimento de formulações para mercado Brasileiro, Europeu e América Latina.

20 jan 2017

Filtros físicos e químicos. Saiba o quanto essa informação importa no seu protetor solar

Postado em: BelezaRostoTratamentos e Cuidados

Dermatologista explica a diferença entre filtro físico (inorgânico) e químico (orgânico) no protetor solar. Bloqueando ou transformando a radiação, os filtros estão presentes nas formulações e cada um age de uma forma

Protetor Solar

Geralmente, ao escolher um protetor solar, o consumidor é guiado pelo número do FPS. Mas na formulação de um fotoprotetor, dois tipos de filtros podem ser encontrados: os orgânicos (químicos) e os inorgânicos (físicos). A dermatologista Dra. Claudia Marçal, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da Academia Americana de Dermatologia, explica as atuações diferentes e, no caso das crianças, a indicação específica:

Filtros químicos: “Os filtros solares químicos fazem uma defesa filtrando os raios nocivos, ou seja, há uma transformação química da energia da radiação ultravioleta e a energia de baixa intensidade que atinge a pele não traz os malefícios da radiação que é potencialmente cancerígena, e com isso protege a pele também da queimadura”, explica a Dra. Claudia. A radiação quando atinge uma pele protegida pelo filtro químico, acrescenta a médica, é absorvida e sofre um processo de filtração e acaba sendo não muito agressiva, mas isso depende muito do índice que é utilizado.

Filtros físicos: De maneira geral, os filtros físicos são partículas derivadas de metais, ou óxidos metálicos, que atuam através de mecanismos ópticos, refletindo ou dispersando os raios solares. “Os filtros físicos são como uma parede de tijolos onde a luz bate e volta. Não tem absorvência, tem refletância: e com isso há um impedimento de todos aqueles danos cumulativos dos filtros químicos, que são altamente instáveis, já que na sudorese, na água do mar, a molécula fica quimicamente instável e deixa de proteger”, explica. “Os principais filtros físicos são o óxido de zinco, óxido de ferro e dióxido de titânio. A vantagem desse tipo de filtro é que são mais estáveis e penetram pouco na pele, sendo ideais para os pacientes alérgicos e com sensibilidade cutânea elevada”, conta.

Físico x químico: “Os filtros solares inorgânicos protegem mais contra a radiação quando ela é potencialmente carcinogênica, principalmente nos dias mais quentes — como o índice de radiação solar está muito alto. Nesses dias, essa radiação pode causar queimaduras sérias, às vezes até de segundo grau, trazendo mutações com o dano cumulativo ao longo das exposições, que na somatória (com o passar dos anos) pode se transformar em lesões como as queratoses actínicas e depois os próprios carcinomas de pele”, conta a dermatologista. “Os raios UVB e InfraRed furam o bloqueio dos filtros químicos de alguns produtos de fotoproteção e causam dano celular que, em consequência, provoca também flacidez com envelhecimento precoce da pele”, explica.

Inovações: “Com relação ao filtro físico, o dióxido de titânio pode ser uma molécula natural ou micronizada, porque o dióxido de titânio quando aplicado natural deixa o rosto branco. E nas novas formulações com o ativo micronizado, ele fica fluido, quase transparente. Ele pode ser associado também ao óxido de zinco e ao óxido de ferro, então temos filtros físicos que formam uma barreira real sobre a pele, fazendo com que a radiação não seja absorvida, filtrada ou sofra processo de dispersão e sim de reflexão: ou seja, o raio bate e volta”, explica.

Fórmulas robustas: As novas formulações trazem a combinação de filtros químicos e físicos para potencializar o efeito fotoprotetor. “Os filtros solares inorgânicos assim como os químicos devem ser passados quando a pessoa está em exposição ambiental a cada duas horas, mas se houve um mergulho no mar ou na piscina, ele deve ser aplicado imediatamente. Sabemos que a característica do horário é muito importante, então se o paciente está entre 10 e 18h em exposição solar aguda, ele deve reaplicar esse filtro com maior generosidade, formando realmente uma camada filmógena, e com intervalo mais curto de reaplicação principalmente se ele estiver praticando uma atividade física e estiver em exposição ambiental, como na praia”, indica. “No caso das crianças, o melhor é optar sempre por filtros solares adequados com uma nomenclatura pediátrica, ou para crianças. São indicados produtos com filtros solares físicos e inorgânicos”, conta. Isso acontece para que não haja penetração de substâncias químicas na pele.

Afinal, qual FPS? “Os filtros solares hoje, com relação ao novo guideline mundial, nunca devem ser abaixo de 30. O ideal mesmo para pessoas de fototipos mais claros são filtros acima de 50 para áreas nobres como rosto, pescoço, orelha, dorso das mãos e a região do colo”, conta. “Realmente sabemos que na prática aquilo que está no FPS do frasco acaba não sendo aplicado como deveria e aquele filtro que está ali não é o mesmo que está aplicado sobre a pele, porque é aplicado em menor quantidade e não é reaplicado no momento que deveria ser. Então em algum momento, a pessoa fica com uma fotoproteção muito pior, o que pode fazer com que ela sofra queimadura”, finaliza.

Fonte: Dra. Claudia Marçal
Dermatologista da Clínica de Dermatologia Espaço Cariz, com especialização pela Associação Médica Brasileira (AMB), membro titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) e membro da American Academy of Dermatology (AAD), CME (Continuing Medical Education) na Harvard Medical School.

23 nov 2016

Creme com Vitamina C nanoencapsulada traz ação clareadora, antioxidante e rejuvenescedora

Clear C Complex, da Ecenne, conta com 10% de Vitamina C nanoencapsulada e óleo de romã. Produto age diretamente clareando manchas de sol, da idade e melasma, além de hidratar, combater radicais livres e prevenir envelhecimento da pele

Texto enviado por assessoria da marca e reproduzido de forma integral

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Com benefícios antienvelhecimento e considerada um antioxidante de primeira linha, a Vitamina C é presença constante nas prescrições dermatológicas. Por esse motivo, a Ecenne lança Clear C Complex — um creme com 10% de Vitamina C nanoencapsulada para ação clareadora, antioxidante e rejuvenescedora, em associação ao óleo de romã, um poderoso ingrediente antienvelhecimento. “Clear C Complex conta com ativos nanoencapsulados, oferecendo assim todos os benefícios da Vitamina C em uma fórmula altamente eficaz que mantém a vitamina ativa, garantindo estabilidade, eficácia no combate contra manchas e envelhecimento precoce”, explica Rodrigo Kury, farmacêutico e bioquímico da Ecenne.

Clear C Complex, segundo Rodrigo, tem potente ação clareadora agindo diretamente no melasma, nas manchas de sol e idade. “Além de uniformizar o tom da pele, o produto também inibe a produção da enzima responsável pela pigmentação”, comenta o farmacêutico. A ação de combate aos radicais livres é completa, graças ao mecanismo da nanotecnologia, e oferecendo também ação firmadora, por aumentar e regular a síntese de colágeno. “Há também redução de rugas e linhas de expressão”, explica.

Clear C ainda conta com blend de ativos que confere ação adicional, estimulando a hidratação natural da pele e mantendo o pH estável. Além da Vitamina C, Clear C Complex é composto também pelo óleo de romã. “Rico em Vitamina A, E, ácidos graxos e flavonóides, atuando no processo de renovação celular e no combate ao envelhecimento precoce da pele, o ativo regenera e melhora a saúde da pele.”

Outro destaque do produto é a exclusiva tecnologia VAM®, que confere aos ativos um aumento de permeação cutânea, incremento do sensorial no produto final, tendo como multifuncionalidade a alta hidratação, uma vez que esses ativos atuam na reposição lipídica e impedem a perda de água.

O farmacêutico explica que o produto é indicado para todos os tipos de pele em qualquer idade. “Para os jovens, o produto age ajudando a diminuir manchas causadas pela acne, deixando a pele mais lisa. Para os mais velhos, a vitamina C combate os sinais do tempo e também o fotoenvelhecimento (causado pelo excesso de sol sem proteção)”, explica. O produto deve ser usado duas vezes ao dia: pela manhã antes do fotoprotetor e à noite após a higienização da pele. Clear C Complex é livre de corantes e parabenos e dermatologicamente testado.

Fonte: A ECENNE desenvolve cosméticos ricos em princípios ativos naturais combinados com tecnologia avançada e nanotecnologia. Utiliza em sua linha elementos purificados e em concentrações que garantem desempenho em tratamentos dermatológicos. Cada fórmula é pensada e desenvolvida para oferecer a máxima eficácia, respeitando as peles sensíveis. Todas as formulações passam por testes clínicos e avaliações garantindo que os produtos são eficazes e seguros para todos os tipos de pele. A ECENNE é como toda essência: verdadeira.

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