22 dez 2009

TDAH – O que é isso?

TDAH

Eu tenho ouvido falar nessa sigla há muito tempo e não sabia o que era, mas como muitas mães eu fui pesquisar. Antes de postar minha pesquisa gostaria de fazer um comentário principalmente para os adultos. Frequentemente nós não sabemos porque algumas crianças são “singulares” e acabamos por discriminá-las e pior passamos isso aos nossos filhos. Eu não acho que nenhuma criança que seja singular possa ser diagnosticada como doente, simplesmente ela é diferente, mas qual criança ou adulto que não é? Todos somos diferentes, cada um é um indivíduo, e o ser humano tende a afastar aquilo ou aquele que não conhece.

Depoimento de uma amiga: Claro que não devemos tratar os portadores desse transtorno como doentes, mas temos que admitir que sim, há um diferencial neurobiológico significativo e não pode ser ignorado e principalmente, tem que ser tratado, as consequências de um indivíduo que não recebe tratamento podem ser variadas, desde sofrimentos psicológicos simples até o suicídio, é uma coisa muito séria e merece toda atenção possível das autoridades, gostaria que aqui tivessem leis que protegessem a criança na escola como acontece na América, onde os tempos para fazer um trabalho ou uma prova são diferenciados e outras muitas coisas….mas já tem muita coisa acontecendo e sei que logo teremos mais conhecimentos e poder para combater o principal inimigo, o preconceito. (Amiga querida sabes quem é!)

Então em vez de nos afastarmos e tirarmos conclusões, vamos procurar compreender. Vamos à pesquisa:

O que é o TDAH?

O Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) é um transtorno neurobiológico, de causas genéticas, que aparece na infância e freqüentemente acompanha o indivíduo por toda a sua vida. Ele se caracteriza por sintomas de desatenção, inquietude e impulsividade. Ele é chamado às vezes de DDA (Distúrbio do Déficit de Atenção). Em inglês, também é chamado de ADD, ADHD ou de AD/HD.

Existe mesmo o TDAH?

Ele é reconhecido oficialmente por vários países e pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Em alguns países, como nos Estados Unidos, portadores de TDAH são protegidos pela lei quanto a receberem tratamento diferenciado na escola.

Não existe controvérsia sobre a existência do TDAH?

Não, nenhuma. Existe inclusive um Consenso Internacional publicado pelos mais renomados médicos e psicólogos de todo o mundo a este respeito. Consenso é uma publicação científica realizada após extensos debates entre pesquisadores de todo o mundo, incluindo aqueles que não pertencem a um mesmo grupo ou instituição e não compartilham necessariamente as mesmas ideias sobre todos os aspectos de um transtorno.

Por que algumas pessoas insistem que o TDAH não existe?

Pelas mais variadas razões, desde inocência e falta de formação científica até mesmo má-fé. Alguns chegam a afirmar que “o TDAH não existe”, é uma “invenção” médica ou da indústria farmacêutica, para terem lucros com o tratamento.

No primeiro caso se incluem todos aqueles profissionais que nunca publicaram qualquer pesquisa demonstrando o que eles afirmam categoricamente e não fazem parte de nenhum grupo científico. Quando questionados, falam em “experiência pessoal” ou então relatam casos que somente eles conhecem porque nunca foram publicados em revistas especializadas. Muitos escrevem livros ou têm sítios na Internet, mas nunca apresentaram seus “resultados” em congressos ou publicaram em revistas científicas, para que os demais possam julgar a veracidade do que dizem.

Os segundos são aqueles que pretendem “vender” alguma forma de tratamento diferente daquilo que é atualmente preconizado, alegando que somente eles podem tratar de modo correto.
Tanto os primeiros quanto os segundos afirmam que o tratamento do TDAH com medicamentos causa consequências terríveis. Quando a literatura científica é pesquisada, nada daquilo que eles afirmam é encontrado em qualquer pesquisa em qualquer país do mundo. Esta é a principal característica destes indivíduos: apesar de terem uma “aparência” de cientistas ou pesquisadores, jamais publicaram nada que comprovasse o que dizem.

Veja um texto a este respeito e a resposta dos Professores Luis Rohde e Paulo Mattos:

Why I Believe that Attention Deficit Disorder is a Myth

Porque desinformação, falta de raciocínio científico e ingenuidade constituem uma mistura perigosa

O TDAH é comum?

Ele é o transtorno mais comum em crianças e adolescentes encaminhados para serviços especializados. Ele ocorre em 3 a 5% das crianças, em várias regiões diferentes do mundo em que já foi pesquisado. Em mais da metade dos casos o transtorno acompanha o indivíduo na vida adulta, embora os sintomas de inquietude sejam mais brandos.

Quais são os sintomas de TDAH?

O TDAH se caracteriza por uma combinação de dois tipos de sintomas:

1) Desatenção
2) Hiperatividade-impulsividade

O TDAH na infância em geral se associa a dificuldades na escola e no relacionamento com demais crianças, pais e professores. As crianças são tidas como “avoadas”, “vivendo no mundo da lua” e geralmente “estabanadas” e com “bicho carpinteiro” ou “ligados por um motor” (isto é, não param quietas por muito tempo). Os meninos tendem a ter mais sintomas de hiperatividade e impulsividade que as meninas, mas todos são desatentos. Crianças e adolescentes com TDAH podem apresentar mais problemas de comportamento, como por exemplo, dificuldades com regras e limites.

Em adultos, ocorrem problemas de desatenção para coisas do cotidiano e do trabalho, bem como com a memória (são muito esquecidos). São inquietos (parece que só relaxam dormindo), vivem mudando de uma coisa para outra e também são impulsivos (“colocam os carros na frente dos bois”). Eles têm dificuldade em avaliar seu próprio comportamento e quanto isto afeta os demais à sua volta. São freqüentemente considerados “egoístas”. Eles têm uma grande freqüência de outros problemas associados, tais como o uso de drogas e álcool, ansiedade e depressão.

Quais são as causas do TDAH?

Já existem inúmeros estudos em todo o mundo – inclusive no Brasil – demonstrando que a prevalência do TDAH é semelhante em diferentes regiões, o que indica que o transtorno não é secundário a fatores culturais (as práticas de determinada sociedade, etc.), o modo como os pais educam os filhos ou resultado de conflitos psicológicos.

Estudos científicos mostram que portadores de TDAH têm alterações na região frontal e as suas conexões com o resto do cérebro. A região frontal orbital é uma das mais desenvolvidas no ser humano em comparação com outras espécies animais e é responsável pela inibição do comportamento (isto é, controlar ou inibir comportamentos inadequados), pela capacidade de prestar atenção, memória, autocontrole, organização e planejamento.

O que parece estar alterado nesta região cerebral é o funcionamento de um sistema de substâncias químicas chamadas neurotransmissores (principalmente dopamina e noradrenalina), que passam informação entre as células nervosas (neurônios).
Existem causas que foram investigadas para estas alterações nos neurotransmissores da região frontal e suas conexões.

A) Hereditariedade:

Os genes parecem ser responsáveis não pelo transtorno em si, mas por uma predisposição ao TDAH. A participação de genes foi suspeitada, inicialmente, a partir de observações de que nas famílias de portadores de TDAH a presença de parentes também afetados com TDAH era mais freqüente do que nas famílias que não tinham crianças com TDAH. A prevalência da doença entre os parentes das crianças afetadas é cerca de 2 a 10 vezes mais do que na população em geral (isto é chamado de recorrência familial).

Porém, como em qualquer transtorno do comportamento, a maior ocorrência dentro da família pode ser devido a influências ambientais, como se a criança aprendesse a se comportar de um modo “desatento” ou “hiperativo” simplesmente por ver seus pais se comportando desta maneira, o que excluiria o papel de genes. Foi preciso, então, comprovar que a recorrência familial era de fato devida a uma predisposição genética, e não somente ao ambiente. Outros tipos de estudos genéticos foram fundamentais para se ter certeza da participação de genes: os estudos com gêmeos e com adotados. Nos estudos com adotados comparam-se pais biológicos e pais adotivos de crianças afetadas, verificando se há diferença na presença do TDAH entre os dois grupos de pais. Eles mostraram que os pais biológicos têm 3 vezes mais TDAH que os pais adotivos.

Os estudos com gêmeos comparam gêmeos univitelinos e gêmeos fraternos (bivitelinos), quanto a diferentes aspectos do TDAH (presença ou não, tipo, gravidade etc…). Sabendo-se que os gêmeos univitelinos têm 100% de semelhança genética, ao contrário dos fraternos (50% de semelhança genética), se os univitelinos se parecem mais nos sintomas de TDAH do que os fraternos, a única explicação é a participação de componentes genéticos (os pais são iguais, o ambiente é o mesmo, a dieta, etc.). Quanto mais parecidos, ou seja, quanto mais concordam em relação àquelas características, maior é a influência genética para a doença. Realmente, os estudos de gêmeos com TDAH mostraram que os univitelinos são muito mais parecidos (também se diz “concordantes”) do que os fraternos, chegando a ter 70% de concordância, o que evidencia uma importante participação de genes na origem do TDAH.

A partir dos dados destes estudos, o próximo passo na pesquisa genética do TDAH foi começar a procurar que genes poderiam ser estes. É importante salientar que no TDAH, como na maioria dos transtornos do comportamento, em geral multifatoriais, nunca devemos falar em determinação genética, mas sim em predisposição ou influência genética. O que acontece nestes transtornos é que a predisposição genética envolve vários genes, e não um único gene (como é a regra para várias de nossas características físicas, também). Provavelmente não existe, ou não se acredita que exista, um único “gene do TDAH”. Além disto, genes podem ter diferentes níveis de atividade, alguns podem estar agindo em alguns pacientes de um modo diferente que em outros; eles interagem entre si, somando-se ainda as influências ambientais. Também existe maior incidência de depressão, transtorno bipolar (antigamente denominado Psicose Maníaco-Depressiva) e abuso de álcool e drogas nos familiares de portadores de TDAH.

B) Substâncias ingeridas na gravidez:

Tem-se observado que a nicotina e o álcool quando ingeridos durante a gravidez podem causar alterações em algumas partes do cérebro do bebê, incluindo-se aí a região frontal orbital. Pesquisas indicam que mães alcoolistas têm mais chance de terem filhos com problemas de hiperatividade e desatenção. É importante lembrar que muitos destes estudos somente nos mostram uma associação entre estes fatores, mas não mostram uma relação de causa e efeito.

C) Sofrimento fetal:

Alguns estudos mostram que mulheres que tiveram problemas no parto que acabaram causando sofrimento fetal tinham mais chance de terem filhos com TDAH. A relação de causa não é clara. Talvez mães com TDAH sejam mais descuidadas e assim possam estar mais predispostas a problemas na gravidez e no parto. Ou seja, a carga genética que ela própria tem (e que passa ao filho) é que estaria influenciando a maior presença de problemas no parto.

D) Exposição a chumbo:

Crianças pequenas que sofreram intoxicação por chumbo podem apresentar sintomas semelhantes aos do TDAH. Entretanto, não há nenhuma necessidade de se realizar qualquer exame de sangue para medir o chumbo numa criança com TDAH, já que isto é raro e pode ser facilmente identificado pela história clínica.

E) Problemas Familiares:

Algumas teorias sugeriam que problemas familiares (alto grau de discórdia conjugal, baixa instrução da mãe, famílias com apenas um dos pais, funcionamento familiar caótico e famílias com nível socioeconômico mais baixo) poderiam ser a causa do TDAH nas crianças. Estudos recentes têm refutado esta idéia. As dificuldades familiares podem ser mais conseqüência do que causa do TDAH (na criança e mesmo nos pais).

Problemas familiares podem agravar um quadro de TDAH, mas não causá-lo.

F) Outras Causas

Outros fatores já foram aventados e posteriormente abandonados como causa de TDAH:

1. corante amarelo
2. aspartame
3. luz artificial
4. deficiência hormonal (principalmente da tireóide)
5. deficiências vitamínicas na dieta.

Todas estas possíveis causas foram investigadas cientificamente e foram desacreditadas.

http://www.tdah.org.br

Pesquisem mais nesse site, informação nunca é demais.

Beijos

21 dez 2009

Terapia Comportamental, o que é isso?

terapia-comportamental
Todos sabem que eu sofro de síndrome de pânico com agorafobia, então cada vez mais pesquisando descobri algo que possa ajudar muito, inclusive nesses meus estados de “trava” quando acontecem, a Terapia Comportamental, mas o que será isso? Vamos descobrir juntas?O que é Terapia Comportamental?

A Terapia Comportamental pode ser entendida como um processo de aprendizagem, que tem por objetivo auxiliar as pessoas na resolução de problemas e dificuldades da vida. Ela é um espaço para ampliar a auto-observação, trazendo à consciência uma parcela maior daquilo que fazemos e, principalmente, das razões que nos levam a fazer o que fazemos.A Terapia Comportamental fundamenta-se na ideia de que, ao promovermos nosso autoconhecimento, é possí­vel aumentar nossa capacidade para agirmos no mundo da maneira que queremos. Desta forma, podemos melhorar nossos pensamentos e sentimentos, em relação ao mundo e a nós mesmos.

É importante lembrar que, embora algumas das causas dos nossos problemas possam estar na nossa infância, é a compreensão das situações pelas quais passamos ou que vivenciamos no cotidiano de nossos relacionamentos que pode fornecer a chave para as mudanças que desejamos ou que necessitamos.

O que faz um Terapeuta Comportamental?

O terapeuta comportamental não é um conselheiro e também não é alguém que apenas ouve e interpreta aquilo que lhe contam: ele busca, junto com aquele que procura a ajuda psicoterapêutica, encontrar estratégias alternativas de ação, visando produzir mudanças efetivas em sua vida.

Buscando uma definição clara dos objetivos da psicoterapia para cada pessoa, cabe ao terapeuta comportamental abrir um leque de opções de conduta, auxiliando na análise das consequências positivas e negativas de cada uma e, então, aceitar e colaborar na decisão que a pessoa toma.

A Terapia Comportamental é uma forma de Análise do Comportamento aplicada aos diversos problemas da vida

Espera-se encontrar na Terapia Comportamental uma ajuda fundamentada em conhecimentos aprofundados acerca do comportamento humano, que ultrapassem o senso comum. Nesse sentido, vale a pena também lembrar que a Terapia Comportamental se apóia em um campo da Psicologia denominado Análise do Comportamento, que estuda o comportamento humano de uma maneira diferente daquela que se encontra na maioria dos livros de auto-ajuda ou em práticas místicas (como, por exemplo, Astrologia, Tarô, Florais de Bach, Reiki, Terapia de Vidas Passadas-TVP etc). Ao invés de seguir crenças, dogmas e o senso comum, a Análise do Comportamento faz pesquisas criteriosas com base no método científico e conta com pesquisadores academicamente conceituados em diversas Universidades ao redor do mundo inteiro.

Quando procurar a ajuda da Terapia Comportamental?

Muitas pessoas procuram a Terapia Comportamental em função daquilo que estão sentindo, diante de problemas específicos (por exemplo, transtornos de ansiedade, depressão, stress, problemas psicossomáticos e sexuais) ou diante de problemas difusos (que elas não sabem especificar). Mas não há mal nenhum em pensar a Terapia Comportamental também como uma importante fonte de auxílio, sempre que não nos percebemos capazes de lidar sozinhos com questões impostas pelas diferentes situações da nossa vida.

“Como as pessoas se sentem é freqüentemente tão importante quanto o que elas fazem”

Esta frase, de um importante psicólogo do século XX (B. F. Skinner, 1904-1990), resume muito do que está por trás da psicoterapia: a relação entre nossos sentimentos e nossas ações. Da mesma forma que já se comprovou haver relação entre a saúde física e o bem-estar psicológico, já sabemos que não faz sentido nos preocuparmos com uma única dimensão do ser humano. Somente com uma visão integrada de tudo aquilo que faz com que sejamos o que somos é que poderemos encontrar o caminho para uma vida mais saudável e mais feliz.

Saiba mais: Terapia Comportamental – Piscoterapia do Comportamento

Vamos entender mais, nos ajudar mais, talvez estejamos precisando e nem sabemos.

Bjs natalinos

16 dez 2009

Make-Up para as Lindinhas!

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Pois é mais uma vez a Gi, já devidamente apresentada à vocês, vou falar de um problemaço que tenho. Como toda menina a Gi tem uma vaidade incrível, não dá pra dar mole com maquigem nenhuma minha, que quando eu vejo ela taca no rosto. Aí é um corre pra cá, corre pra lá, a avó falando que não pode, eu lavando o rosto dela, uma zona generalizada.Então eu dei uma ordem explicíta aqui no prédio (eu chamo de prédio por que originalmente era uma casa de dois andares que virou três casas), ninguém compra mais maquiagem pra ela que não seja infantil, quando depois de dar a ordem é claro arranjei sarna pra me coçar, tive que ir atrás de informações sobre o assunto e provar por A + B porque as normais são tão prejudiciais, claro que como minha amiga Roberta do “e isso é glamour?” sempre me fala, procura no amigo o Google. Entao vai lá, pra todas vocês que tem as Lindinhas em casa:

“O que antigamente se tratava de uma brincadeira de criança para imitar “gente grande” ou se limitava a um gloss na boca, hoje em dia deixa o Brasil nos primeiros lugares dos países que mais vendem cosméticos especializados para o público infantil.

Não por acaso, empresas lançam uma infinidade de produtos de beleza direcionados a meninas, usando cantoras e apresentadoras de TV famosas para fisgar essa garotada.

No entanto, os especialistas alertam os riscos do uso prematuro da maquiagem. Os dermatologistas explicam que a pele das crianças é mais sensível e por isso absorve em maior quantidade as substâncias contidas na maquiagem, podendo causar alergias.
Mesmo que a alergia não apareça de imediato, com o passar do tempo, a pele da criança absorve essas substâncias e, consequentemente, as alergias podem aparecer até com produtos que não tenham nada com a maquiagem, como uma tinta de caneta que contém substâncias em comum com as da maquiagem.
Geralmente, produtos de maquiagem voltados para crianças não contêm substâncias “pesadas”. O risco é quando a mãe empresta à filha seus produtos, o que acontece na maioria das vezes.

Cuidados – O melhor é usar a maquiagem aprovada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), específica para o público infantil. Uma maquiagem infantil boa é aquela que sai mais facilmente (com água), diferente das maquiagens feitas para adultos. Mesmo a maquiagem infantil deve ser usada com moderação. Alguns produtos têm até o gosto ruim, justamente para que as crianças não levem à boca.

Menina-mulher não é legal – O uso muito cedo da maquiagem pode fazer com que a criança só se sinta bem se estiver com a maquiagem. Para ela, estar na moda é a melhor maneira de estar bonita, havendo o risco de erotização precoce.
A maquiagem feita em uma criança deve ser usada em eventos especiais e não no dia-a-dia. Não pode se deve tornar hábito. A vontade é natural, mas os pais não devem incentivar a criança, somente se for de um modo lúdico, como parte de uma fantasia, por exemplo.
O interesse cada vez mais precoce se deve tanto à cultura da moda, ao incentivo dos pais e à mídia que cria cada dia produtos mais chamativos, com embalagens e propagandas que deixam os pequenos fascinados.

E como os pais podem descobrir se a sua filha está exagerando ou não? Observar a criança na sua rotina e verificar se essa vaidade está obsessiva: a criança acha sua imagem mais importante do que viver a vida de criança, quando vai para a escola ou a um passeio parece mais um mini adulto e seu impulso de comprar cosméticos está sem controle.

Incentivar a brincadeira como a imitação dos pais que são os “heróis” das crianças é muito positivo para o desenvolvimento dos pequenos, mas tornar os pequenos “escravos da moda” ou dar aos filhos tudo o que pedem é prejudicial.Guia do Bebê- Maquiagem Infantil
Mas que maquiagem comprar pra satisfazer essas pequenas? Ó duvida cruel!Eu prefiro não entrar no assunto de marcas e afins porque acho que cada mãe tem seu gosto e marcas preferidas, eu tenho as minhas e nem sempre o que serve pra minha lindinha serve pra lindinha de vocês, cada criança é diferente. Então é melhor deixar vocês ao encargo da procura desses makes para elas.

Beijos

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