07 dez 2009

Parabéns Sr. dos Anéis!

Sr. dos Anéis e Giovanna

Olhem que coisa mais linda! As duas felicidades de minha vida: A Gi e o Sr. dos Anéis. Por sinal hoje é aniversário dele. Ele finge que não dá muita bola pra isso, mas dá. Todo ano eu faço um bolinho, teve ano de fazer festa, mas nunca deixo passar desapercebido. É minha bússola, meu marido, meu companheiro, meu sócio, minha paixão, meu amante, minha calma, enfim é Ele.

Eu sempre conto essa história dessa vez é pra contar na net, pro mundo saber. Quando eu o conheci, de cara eu vi que ia me apaixonar, claro que no dia falei mais que um papagaio, estava nervosa com aquele homem de tamanha inteligência e sabedoria e eu com medo de falar besteira.

Tava o cara mais bonito, inteligente, engraçado não palhaço, tinha até sardas! (que eu adoro). Nos anos que se seguiram ele fez eu acreditar em mim, levantou minha bola, é ele é daqueles homens que nunca diz que você está gorda, ou feia ou mal vestida, sempre está bem. Sempre me elogia e algumas vezes chama minha atenção, porque diz que eu sou uma criança ainda, e ri de mim, como ele ri de mim! Das minhas maluquices, de vez em quando diz a frase conhecida: Eu sei que você é capaz de fazer isso! Pode crer que é alguma maluquice que vem na minha cabeça.

Minha mãe diz que é a única pessoa que me entende e passa pelas minhas crises com o maior carinho e compreensão, até estudou sobre o assunto pra entender melhor.

O apelido Sr. dos Anéis veio da trilogia mesmo, porque de vez em quando, ele é um turrão daí eu acabo falando que ele é o sabe tudo, o dono da verdade enfim o Sr. dos Anéis. Coitado, sempre me dá razão (nem sempre), e aguenta minha TPM todo mês dizendo que vou largar tudo e sair por aí.

Ele é doce, carismático, empático, ele é tudo na minha vida e na vida da Gi também, ele é um pai exemplar, na verdade é mais o amiguinho dela, ele brinca, faz voz de criança, eles tem as brincadeiras particulares deles.

Passamos por momentos bons, mais ou menos e alguns bem ruins, mas sempre ficamos unidos. Sempre fomos a direção um para o outro.

Logo depois de perceber que estava apaixonada (depois de 5 meses fomos morar junto) eu escrevia as letras de música que eu gostava e deixava pra ele, no bolso da calça, no porta-luvas, em todo lugar que podia, de vez em quando deixava um recado mal criado também, rsrsrs.

Mas a que eu mais lembro de ter escrito e cantado pra ele é essa:

E no meio de tanta gente eu encontrei você
Entre tanta gente chata sem nenhuma graça, você veio
E eu que pensava que não ia me apaixonar
Nunca mais na vida

Eu podia ficar feio só perdido
Mas com você eu fico muito mais bonito
Mais esperto
E podia estar tudo agora dando errado pra mim
Mas com você dá certo

Por isso não vá embora
Por isso não me deixe nunca nunca mais
Por isso não vá, não vá embora
Por isso não me deixe nunca nunca mais

Eu podia estar sofrendo caído por aí
Mas com você eu fico muito mais feliz
Mais desperto
Eu podia estar agora sem você
Mas eu não quero, não quero

Por isso não vá embora
Por isso não me deixe nunca nunca mais
Por isso não vá, não vá embora
Por isso não me deixe nunca nunca mais

EU TE AMO E É PRA SEMPRE! PARABÉNS OTÁVIO QUESADA!

07 dez 2009

Terapia do Riso ajuda na Síndrome de Pânico?

Postado em: Coisas da GigiComportamentoSaúdeTerapia

 

Terapia do Riso para Síndrome do Pânico Em uma das minha sessões com minha psicanalista em que estava em crise de pânico, perguntei à ela se eu podia fazer alguma coisa além dos remédios e sessões para melhorar na hora em que a coisa estava feia, se eu tinha algum mecanismo para dar um “estalo” em minha mente e voltá-la para outros pensamentos tirando o sentimento de pânico do seu status de 1º lugar.
Ela começou a me dar mil motivos em que pensar, tipo: Você poderia fechar os olhos e pensar em um lugar onde você gostaria de estar e que te faz bem.

Muito bem começou mal, eu pensei. Não gosto de praia, tomar sol, areia nos pés, sal na pele, tudo isso me incomoda.

Gostava de fazer trilhas mas com o tempo, fiquei rabujenta e mosquitos, aranhas e qualquer outro bichinho que pudesse me picar e fazer um “estrago” em mim me fazia mal só de pensar.

Cachoeiras, não. Praia, não. Nesses momentos qualquer lugar vai me fazer mal, porque estou tão focada no pânico que acabo não conseguindo pensar em nenhuma reação boa que esses lugares vai me trazer.

Então na época estava no ápice o show “Nóis na fita”, que eu assisti pelo You tube e depois em DVD. O Sr. dos Anéis assistiu comigo e toda minha família acabou assistindo de tabela. E eu via trocentas vezes, tanto que acabamos aqui em casa imitando certas cenas e trazendo pro nosso cotidiano, voltando ao assunto, acabei por comentar isso com a terapeuta e ela me deu a dica, se é comédia que te faz bem então assista. Sempre que estiver entrando num momento desses, assista uma comédia, ou lembre dela e se isso te fizer bem então está aí o tal “estalo” que você precisa.

Então eu comecei a procurar todos os momentos de riso que me faziam sentir bem e acabei num mar de comédias.

Nós na Fita - Comédia Leandro Hassum e Marclus Melhem Nóis na Fita – O show de comédia em que os atores do Zorra Total: Leandro Hassum e Marcius Melhem são protagonistas, é composto por 8 partes de riso certeiro. Eles já começam interagindo com o público que fica muito à vontade com eles, e o resto é só riso um atrás do outro, todos os assuntos que eles abordam são do cotidiano e mostram isso com muito mais muito humor. Sei que quem já viu sabe disso.

Os Normais Os Normais. Quem não ficou esperando toda semana pra ver os episódios em que esses dois grandes atores, Luiz Fernando Guimarães (Rui) e Fernanda Torres (Vani) apimentam o dia dia dos casais com comédia, eles não contam piadas, eles são a piada, e fazem isso numa naturalidade que você se explode de rir em perceber que às vezes comete as mesmas gafes que esses dois representam tão bem. Eu me acabava de rir só em ver a cara dos dois e pior ficava me analisando em determinadas situações que eles mostravam, tipo, caramba eu faço a mesma coisa!. Outro riso certeiro. Daí veio o filme 1 e depois o 2 e ficamos na saudade lembrando de todos os risos que demos, por causa desses dois.

Sai de Baixo - Programa de TV Esse é clássico, eu chorava de tanto rir. De 1996 a 2002 eu ficava grudada nos domingos torcendo pra acabar o Fantástico só pra me desdobrar de rir. Quem não lembra do Caco Antibes (Miguel Falabela) com aquela pose de rico (sem nenhum tostão no bolso), com suas frases célebres: “Cala boca Magda!” ou “Eu odeio Pobre” ou ainda “Pobre adora cajuzinho, toda festa de pobre tem.”, e a Magda (Marisa Orth) falando aquelas abobrinhas que acabaram virando pérolas. Não tirando os outros personagens de cena, O tio Vavá (luis Gustavo) e Cassandra (Aracy Balabaniam) essa quando se juntava com o Falabela davam show. E os outros que entram e saíram mas que ficaram na história não dá pra listar todo mundo.

Terça Insana - Comédia de Teatro Esse é mais um dos meus favoritos. Também comecei assistindo no You Tube por indicação de uma amiga, pois tinha uma personagem que ela lembrava muito de mim, e acabei comprando o DVD. A Terça Insana foi um projeto humorístico apresentado, como sugere o nome, toda terça-feira por diferentes atores interpretando variados personagens. Composto por um elenco que se modificava em cada temporada. Com poucas exceções, a maioria dos quadros é monólogo com cerca de dez minutos de duração. Foram inúmeros personagens, mas eu tinha uma predileção por alguns deles: A Irmã Selma (uma religiosa muito esquisita), D. Edith (líder comunitária da favela), Vovó Arlinda (uma vovózinha muito arretada), Leila (perfeita caricatura de socialite), Aline Dorel (uma atriz decadente movida a antisiolíticos e anti-depresivos) e outros tantos que o riso é mais que uma terapia.

Pois é me dei conta que estava numa fase de Terapia do Riso, o que deve ser isso?

A Terapia do Riso é uma técnica terapêutica de sutilização, pois ela possibilita o resgate do nosso otimismo, do bom astral, do bom-humor, enfim, do estar de bem com a vida; um estado natural da nossa criança interna, um ser absolutamente espontâneo e sutil.

Assim, a Terapia do Riso tem como propósito essencial facilitar o Resgate da Alma, uma parte absolutamente sutil de nosso Ser. Uma pessoa desanimada está sem anima (Alma). Uma pessoa mau-humorada está densa e desidentificada da sua alma, da leveza, da inspiração.

Mas, o bom astral não é apenas um estado de alma, é também uma oportunidade de perceber, sentir e pensar a vida como ela é. Como ela se apresenta ou magnetiza. Cada desafio passa a ser percebido como uma oportunidade para transformar, superar, crescer.

Esta é a grande alquimia da vida: transformar desafios em superação, sublimação.

Conceição Trucom é química, cientista, palestrante e escritora sobre temas
voltados para o bem-estar e qualidade de vida.

Pensando nisso tudo acho que o melhor da vida é rir e muito, chorar de tanto rir, dar gargalhadas até das nossas patetices, e quando os momentos de preocupação vierem não podemos descartar de fazer graça.

Então vamos rir meninas!

Beijos

03 dez 2009

Síndrome da Super Mãe?

Síndrome da Super Mãe Claro que com essa falta de dois dias eu não podia recomeçar sem falar do meu motivo de alegria, a Gi.
Bem eu tive a Gi com 34 anos, então pensei que já sabia de tudo, e me enganei…Severamente!
Depois que ela nasceu eu pedi Socorro, literalmente, porque minha mãe se chama Maria do Socorro!
Sempre me preocupei com educação, alimentação, escola e tos blá blá blás de mãe. De primeiro quando ela era menor a alimentação, então vai eu pesquisar, pedir help pra pediatra, porque a pequena não queria comer nada, eu fazia uma gororoba (coitada!), muito ruim, cozinhava vários legumes junto com carne e depois batia tudo no liquidificador, sem sal (porque pra mim sal fazia mal), e separava em vários potinhos, congelava e tirava por dia o que ela ia comer. E fazia ela comer aquela coisa horrível, mas que eu achava que estava alimentando, estava mas ninguém merece comer algo que não gosta, depois que conversei com a pediatra ela me disse pra experimentar, de tudo um pouco mas não misturado assim. Pois é acabou dando certo, comecei a saber o que ela gostava ou não.Depois foi a escola, Meu Deus! Procurei uma várias creches e achei uma super simpática e adivinhem: De graça!Então com 1 ano e 9 meses a pequena foi parar na creche! Antes dela ir eu estava super empolgada, no dia tive que ir eu e o sr. dos anéis (obriguei ele ir), fiquei lá por mais ou menos uma hora, e depois ainda saí chorando, o começo foi difícil eu ia de supetão, sem avisar, pegava ela e trazia pra casa, Graças a Deus e a diretora da creche Tia Lucinha, não me expulsaram de lá.
Mas acabou tudo ficando bem, me mudei e veio outra creche, pensam que mudei? Nada a mesma coisa, mas uma professora da nova creche, Dom Guanela, a Tia Dulce (linda e maravilhosa!) acabou se afeiçoando por ela e por mim, então acabou tudo bem de novo.Mas todo esse tempo também me preocupei com as bolinhas que apareciam, a garganta inflamada e eu correndo pro pronto-socorro achando que era essa gripe doida e lá vai fumaça, fora as horas com a pediatra por telefone.E brincar? Eu achava que tinha que brincar com ela mesmo estando super cansada, ou não querendo e etc. Não sabia que se não brincasse na hora que ela queria ela ia dar um jeito de brincar e me amar assim mesmo.

E a educação? Vi todos os programas de Super Nanny, e outras babás do mundo achando que alguma delas ia me salvar de dar uma má educação pra minha filha, algumas coisas realmente são muito interessantes e você acaba adaptando, mas varia de criança para criança, e só fui perceber testando. Aliás a Gi virou um centro de testes para Super Mãe.

Hoje depois de toda essa neura, desencuquei (porém no mucho!), fiz uma análise de mim mesma e descobri que eu é queria ser uma mãe perfeita, seguir os costumes, e descobri também que ser uma mãe perfeita é ser você mesma, é integrar o seu comportamento do que acha errado ou certo para seu dia-a-dia, e que ela me ama do jeito que eu sou, mesmo às vezes eu dando bronca, chamando atenção para certas coisas que eu acho que não são legais, ela me ama, de verdade!

Como diz o sr. dos anéis: O adulto é o maior inimigo da criança!
Não sei se isso é certo, mas em certas ocasiões, o que pode e o que não pode às vezes vem da vontade de seguir os conceitos que a sociedade das mães perfeitas nos impõem, e para a criança que quer vestir um vestido de cinderela no meio dia fazendo 40 graus é super normal! E a gente dizer não para certas fantasias às vezes acaba tirando o processo de criatividade deles, então decidi deixar a criatividade dela fluir.

Outra coisa que eu me preocupava demais era a comparação: tipo filho de fulano já sabe escrever o nome, ver as cores, e etc. Putz! Daí ficava horas com a pequena, fazendo ela aprender cores, as letras, os formatos. Depois de conversar com essa santa da Tia Dulce ela me explicou que cada criança tem seu processo de aprendizado e que a minha não era atrasada porque não fazia isso ou aquilo, ela estava na idade dela, de brincar, de imaginar, na verdade a Gi não tá nem aí, e quando ela quer ela aprende e pronto, sem eu ficar martelando a cabecinha dela. Às vezes solta umas que eu nem sei daonde sai, palavras que nem eu nem os demais passaram pra ela e ela fala e sabe o que está falando e a gente fica boquiabertos. Claro que o incentivo é sempre bom, aliás indispensável, mas sem forçar a barra, se virar obrigação eles não fazem. Aliás se virar obrigação acaba no futuro seguindo a carreira que a gente quer, ou que desejava ser, e vai virar uma médica que não sabe nem o que é uma injeção, um arquiteta que constrói prédios com areia da praia e por aí vai.

E vocês como vocês foram ou estão sendo? Acham que eu devo ser diferente ou estou no caminho certo?

Kisses and kisses

obs.: Estou ensinando inglês pra ela, coitada mais uma neura minha, mas essa é porque ela se diverte me vendo falar! rsrsrsrsrs

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