19 ago 2015

5 passos bem práticos para vencer a timidez

Postado em: Coisas da GigiComportamento • Cotidiano

Timidez é um problema de segurança emocional, mas pode ser vencida com a percepção de que o mundo não é o inimigo. Psicoterapeuta Maura de Albanesi dá essa e outras dicas.

A timidez é um problema sério, faz a gente ficar vermelho, se enrolar em situações que nos complicam posteriormente, aumentando ainda mais nossa insegurança. Embora não seja considerada uma doença, sob o ponto de vista clínico, a timidez é um problema de segurança emocional. Para enfrentar os problemas, a psicoterapeuta e líder-coach Maura de Albanesi dá cinco dicas de fácil execução:

1. O mundo não é seu inimigo


“A primeira coisa que se deve fazer é entender que o mundo não é seu inimigo. Por mais que você ache que sim, as pessoas não estão ali para te atacar ou ridicularizar. Elas buscam trocas.”
2. Você não é o centro das atenções!


“Inconscientemente, todo tímido é orgulhoso e acha que, assim que ele adentrar um lugar, todos vão parar o que estão fazendo e olhar para ele. Isso não acontece! Relaxe!”

3. Não exija ser perfeito!


“Você não precisa ser o melhor, basta ser você mesmo, o que já é excepcionalmente incrível.”

4. Respeite as diferenças!


“Ser igual a todo mundo é chato. Normalmente o tímido se espelha em quem quer ser. E isso não gera o menor interesse. O belo da vida e das pessoas são as características individualizadas.”

5. Permita-se falar a primeira coisa que lhe vier à mente.


“Quanto menos você pensar nas reações dos outros, melhor. Até porque elas são meras invenções da sua cabeça.”

Fonte: Maura de Albanesi é mestranda em Psicologia e Religião pela PUCSP, Pós-Graduada em Psicoterapia Corporal, Terapia de Vivências Passadas (TVP), Terapia Artística, Psicoterapia Transpessoal e Formação Biográfica Antroposófica, atua com o ser humano há mais de 30 anos.

24 jul 2015

Carta pra Bee!

Este post faz parte da blogagem coletiva de um grupo de blogueiros saudosistas que resgata a velha e verdadeira paixão por manter seus diários virtuais, o Rotaroots.

Só pra fazer você chorar, olha a Farinha!

Bee! Sim você aí Rô, Roberta Kranha!

Bee, você que me ensinou tanta coisa, que me abrigou nesse seu coração enorme, que fala a verdade na minha fuça mas com um jeitinho pra não me magoar.

Bee, você que me dá várias dicas de vida, sobre o blog, sobre meu trabalho, sobre tudo. Até me ensinou a tirar a fralda da Gi lembra?

Pô Besha, a gente tá tão longe, mas eu praticamente falo em você todos os dias com o Sr. dos Anéis, ao invés de declarar meu amor imenso por você aqui, porque desse você já sabe, vou contar uma história nossa.

Na primeira vez que eu fui à Beauty Fair, fiquei na tua casa e fui super bem recebida.

Tua filha até falou que a gente parecia as amigas adolescentes quando comemos pizza no chão da sala, tarde da noite lembra?

Então a história é de como você sabia que eu tinha Síndrome do Pânico e se preocupou com isso:

Lá vai a gente pra casa, depois de um dia inteiro rodando a feira, eis que em um sinal fechado um nóia (como você chama aí em Sampa) quebra o vidro com mão do meu lado (o do carona) e fala: Passa a bolsa!

A gente gritou tanto, mas tanto, mas tanto que o garoto saiu correndo, mais apavorado que a gente rsrsrsrs!

Aí foi que veio tua preocupação: Eu cheia de vidro, da cabeça aos pés e preocupada com os danos no carro e você muito mais preocupada com minha condição do que qualquer coisa.

RÔ: Bee, quer parar no posto de gasolina pra sacudir esse vidro?

EU: Não Rô, vambora! (preocupada com o vidro quebrado)

RÔ: Bee, tem um remédio aí na bolsa (já quase surtando achando que eu ia surtar)

EU: Não Rô, vambora… (eu cheia de vidro até na boca)

RÔ: Bee, porque você tá tão calma? Tá tendo alguma coisa? É por dentro? Não quer surtar?

EU: Porra Rô, eu TÔ MEGA PREOCUPADA COM O QUE O REGI VAI FALAR DO VIDRO!

RÔ: Ai, ufa! Eu tava aqui quase morrendo de preocupação, porque achei que você tava calada, surtando por dentro e tendo um troço. Quase parei no hospital pra ver se você tava bem.

Eu e RÔ: Risos eternos.

Essa é uma grande amizade que se preocupa, antes de todo e qualquer dano material, na pessoa que está ao lado, na pessoa que você gosta e ela gosta de você.

É uma amizade que não tem julgamento e somos tão diferentes e tão parecidas ao mesmo tempo.

Uma amizade que não cobra, uma amizade que não se pede, não se mede e não se repete.

Não nos falamos todos os dias, tem vezes que passamos meses sem nos falar com a vida agitada.

Mas eu sei, ah eu sei que posso contar com ela, se precisar e quando não preciso, quando é só pra rir mesmo ou falar qualquer besteira.

Valeuzão Bee!

 

11 fev 2015

O discurso do Rei – Abuso Moral

Postado em: Coisas da GigiComportamento • Cotidiano

Sinopse:

É um filme britânico de 2010, escrito por David Seidler, dirigido por Tom Hooper, e estrelado por Colin Firth, Geoffrey Rush e Helena Bonham Carter. Ele conta a história do rei Jorge VI, que contrata Lionel Logue, um fonoaudiólogo, para lhe ajudar a superar a gagueira. Os dois homens tornam-se amigos enquanto trabalham juntos e, depois que seu irmão abdica, o rei confia em Logue para ajudá-lo a fazer um importante discurso no rádio no começo da Segunda Guerra Mundial.

Fonte: Wikipédia

Um belíssimo filme aonde a fraqueza de um monarca o limitava, achavam-no fraco também pela sua condição de ser gago.

N averdade ele também se achava fraco pela sua falta de confiança motivada por uma infância difícil distante dos pais.

Na verdade o que muitas pessoas não percebem é que o motivo da gagueira do personagem era estar à sombra de um pai que não lhe dava amor e que o pressionava muito.

Isso acontece o tempo todo conosco: O Abuso moral no lar.

O assédio moral, um risco não visível, é um crime cometido contra pessoas com o fim de manipulação ideológica e comportamental. O criminoso, muitas vezes, induz a pessoa assediada a praticar atos que ela normalmente não praticaria, ou seja, a pessoa assediada faz uma escolha que vai contra a sua própria índole (o suicídio ou raiva descabida, a apatia em demasia, são exemplos).

Entre o assediante e o assediado há uma relação de desequilíbrio de informações, onde, muitas vezes, o assediado não consegue visualizar ( risco não visível) com clareza as razões do crime de assédio moral cometido contra ele.

Como tal conduta criminosa é um ato contínuo (o assédio pode ocorrer, em alguns casos ainda na infância ou adolescência, o que pode causar a aceitação de abusos semelhantes no ambiente de trabalho e levar ao desenvolvimento da síndrome de Burn out ), o assediado assimila outros abusos e desenvolve um quadro de depressão. Quando não desenvolve quadro depressivo, acaba reproduzindo as atitudes do assediante.

Fonte: Partes

Uma infância sólida é primordial para um adulto confiante, a falta de auto confiança é problemática, apesar de depois de atingir a maioridade podemos controlar isso e até acabar com os traumas que o abuso traz, através de apoio dos amigos, terapia e etc.

As pessoas são cruéis quando veem o diferente, rotulam, brincam e fazem bullying.

Com certeza sim, experiências traumáticas na infância acabam desencadeando outros problemas na fase adulta.

Às vezes pegam pesado com a gente numa época da vida na qual não estávamos preparados… ou talvez nunca estivéssemos.

Porém somos fortes, até sabermos que somos fortes.

É preciso resgatar nossa força roubada por outros em nossa infância, é preciso buscar a auto-confiança dentro de si, enfrentar seus medos em situação que achamos que somos fracos, transforma-se, mudar, tentar evoluir, procurar mudar o curso de sua própria história, você não espera por saber de como sua mente pode mudar se você fizer uma força por você mesmo.

Cortar os grilhões do passado e soltar seu grito no mundo, você acaba retomando o leme de sua vida.

Meu conselho é…
” Não se deixe ser vencido um único dia sequer, descubra algo que te faça sentir grande e lute. Se movimente, não se contente se não estiver satisfeito… Lute! “

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